Inteligência Coletiva

Vídeo com os melhores momentos do evento Inteligência Coletiva.

Acesse e conheça >> http://professoresinquietos.com.br

 

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Novas gerações… Muitas esperanças… *

Sou da geração X que tem muitos desafios a aprender com as novas gerações. Um dos grandes desafios a ser vencido é o do compartilhamento. Isto mesmo, é difícil para alguém da geração X dividir seus conhecimentos (graças a Deus não é o meu caso… acho que já evolui neste sentido…). É interessante verificar como os mais jovens tem publicado seus escritos, descobertas, segredos, conquistas… sem muito medo de serem “roubados”. Querem simplesmente espalhar suas ideias por aí e serem reconhecidos por isso!!

Tenho conhecido (virtualmente) muitos exemplos de jovens escritores promissores… Cito dois blogs que tenho acompanhado e participado: http://ipodschool.com & http://ihelpbr.com

O que mais me intriga é que a escola, de um modo geral, não aproveita este potencial (em muitos momentos vejo os jovens reclamando disso) e continua exigindo que os alunos trabalhem individualmente e que pouco compartilhem e construam ideias, textos e projetos em grupos. Aliás, na minha opinião, as pessoas, e os jovens em especial, estão escrevendo e lendo mais e isso também não é bem aproveitado na escola. Mas é óbvio que eles leem e escrevem sobre o que lhes interessa, mas a escola não sabe lidar com os interesses e necessidades das pessoas. É preciso rever tudo isso! Por que não aproveitar o que é produzido fora da escola? Penso que o principal papel do professor, na contemporaneidade, é mediar o processo de construção do conhecimento. É estar atento ao que está fora e dentro da escola. É o momento de repensar os currículos, os tempos e os espaços da escola.

* Atualizado em 23/10/2012

Este texto (um pouco diferente) está também publicado no blog ~> http://69ou86.blogspot.com

 

Analista de mídias sociais

Lendo o texto Grande procura por analistas de mídias sociais marca 2011 no Brasil resolvi escrever um pouco sobre esta temática.

No texto em questão é citado que um analista de mídias sociais “é responsável por gerenciar perfis, produzir conteúdo, estudar comportamentos e monitorar toda a internet para pensar em estratégias que possam contribuir para potencializar a atuação das empresas nas redes sociais.” O autor (@marquesmrc) expressa também que “para se dar bem, esse profissional precisa ser um grande conhecedor de todas as redes sociais e ferramentas disponíveis na internet. Além disso, tem de conhecer muito de marketing e comportamento humano, além de ter uma redação exemplar.” 
Concordo totalmente! 😉 
Tenho trabalhado com isso e percebido que sem estes pré-requisitos é difícil trabalhar com as mídias sociais.
Realizar este trabalho de análise de mídias sociais é uma das tarefas que tenho desempenhado com frequência em meu dia a dia. Atualmente, administro (diariamente) a minha (@AdrianaGandin) e mais quatro contas de twitter. Três delas são contas de empresas e uma é conta pessoal. Todas elas (para minha felicidade!) tem crescido em número de seguidores e em credibilidade.
Na gerência das contas realizo, principalmente: postagem de link de conteúdo significativo do site e/ou do blog das pessoas e das empresas; postagem de link de temas relacionados aos interesses da empresa;  relacionamento com parceiros; relacionamento com o público; e pesquisas de marca e de palavras e/ou termos que tenham a ver com a expertise da empresa.
Estar atento as “falas” do público alvo, e interagir com elas, faz toda a diferença no crescimento da credibilidade de uma empresa ou de uma pessoa que usa o twitter como ferramenta de trabalho.

Emoticons :-)

Gostei do texto e resolvi publicar…
Boa leitura!!
Adriana
 
Emoticons 🙂 são boa ferramenta para comunicação corporativa 
Publicado em 28/02/2011 – Folha de São Paulo – PUBLICAÇÃO ORIGINAL
 
Você deve ter escrito ou recebido e-mails que foram mal interpretados — tinham um tom e foram lidos de outro jeito.
 
De acordo com o blog The 99 Percent, a tecnologia cria um vácuo que as pessoas automaticamente preenchem com palavras que podem ter um cunho negativo. Em um esforço pela concisão e pela produtividade, podemos ser percebidos como sarcásticos ou rudes.
 
Algumas ferramentas estão surgindo para lidar com esse fenômeno. Um aplicativo chamado ToneCheck escaneia seu e-mail antes de você enviar e procura por sinais de negatividade, sugerindo substituições que podem fazer sua comunicação mais positiva.
 
Scott McDowell, que trabalha com líderes empresariais e equipes de criação para melhorar a colaboração e autor do post em questão, fez alguns experimentos para evitar esse tipo de situação.
 
1) Preste atenção à gramática. Releia seu e-mail. Uma frase mal escrita pode levar a uma série de mal-entendidos.
 
2) Considere emoticons. Embora alguns possam perceber 🙂 e 😉 como algo infantil, é uma ferramenta interessante para esclarecer o tom que você está usando. McDowell considera que é a ferramenta mais útil para esse fim.
 
3) Use frases que sugiram opções. Perguntas podem ser melhor recebidas do que afirmações. Algo como “Acredito que você havia mencionado que revisaria nossa página do Facebook. Sei que tivemos uma troca de e-mails, mas queria confirmar com você o que acertamos. Seria possível?”
 
4) Avalie outras opções. O e-mail é mesmo o melhor meio de enviar aquela mensagem? Por vezes, conferências ou ferramentas de mensagens instantâneas podem funcionar melhor.