Tecnologia & Educação

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Educação conectada e sem distância

Educação conectada e sem distância

By Adriana Gandin & Ingrid Strelow*

Todos os educadores escutam: “É preciso falar a linguagem dos alunos!” Mas a tarefa é delegada a eles sem que haja espaços de formação. Para que haja apropriação do aparato tecnológico como ferramenta pedagógica, é preciso que se permita ao professor tempo para explorá-lo, criticá-lo, utilizá-lo no seu dia a dia (dentro e fora da escola) para que tenha condição de refletir, sozinho e com seus colegas, sobre as possibilidades e benefícios de uso dele na sua prática pedagógica com os alunos.

O momento exige uma mudança qualitativa na prática pedagógica de professores e de alunos. Há a necessidade de o professor aprender mais e o aluno ensinar mais. Só será possível uma mudança real se houver uma dose de coautoria que seja bem partilhada entre alunos e professores. O trabalho com as novas tecnologias exige um trabalho de parceria, de pesquisa, de investigação, de compartilhamento e de verdadeira construção do conhecimento que responda adequadamente às grandes questões e desafios de nosso tempo.

O texto na íntegra está publicado em http://porvir.org/opiniao_post/educacao-conectada-sem-distancia

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* Adriana Gandin é pedagoga, especialista em gestão de pessoas, assessora da Rede La Salle e do Colégio Israelita Brasileiro e diretora pedagógica do projeto iPad na Sala de Aula.

* Ingrid Strelow é licenciada em ciências biológicas, mestre em educação, auxiliar substituta do Colégio João XXIII.

Participação no 20º Educar/Educador

Adriana Beatriz Gandin, diretora pedagógica no projeto iPad na sala de aula, ligado à EADes Envolvimento Humano, também defende a formação de professores. “É fundamental aproveitar o conhecimento prévio de cada professor, incentivando projetos e atividades que contemplem um melhor aproveitamento das experiências que os alunos têm em suas vidas, com a internet, vídeos, músicas, redes sociais e jogos, coisas pelas quais se interessam”, diz.

Para Adriana, é fundamental entender que o tablet é uma ferramenta de apoio ao professor e ao aluno. “Ambos podem realizar muitas atividades e montar projetos interdisciplinares com o uso do tablet”, acredita. Entre algumas ações que podem ser desenvolvidas, a educadora destaca: utilizar inúmeros aplicativos para o trabalho com temáticas e/ou conteúdos específicos; criar e ler textos e livros digitais; elaborar e projetar vários tipos de apresentação de slides; pesquisar na internet e em aplicativos de jornais e revistas; escrever textos; tirar e editar fotos; criar vídeos; fazer diferentes gravações; criar conteúdos para blogs, compartilhar ideias; comunicar-se com alunos e profissionais em outras escolas; e muitas outras possibilidades, não apenas na sala de aula ou no ambiente escolar, mas em visitas de estudo, aulas ao ar livre etc.

Para mais informações sobre esse assunto, acesse dois artigos escritos pela educadora Adriana Gandin.

Confira a PROGRAMAÇÃO do 20º Educar/Educador.
Crédito da Notícia: Jornalista Brisa Teixeira / Parceira da Presença – Comunicação EducacionalFoto: Divulgação
Texto original publicado em http://www.futuroeventos.com.br/educar/noticias/uso-tablet-em-sala-de-aula-sera-tema-de-mesa-redonda-na-20a-educar/

 

Tecnologia como ferramenta pedagógica

Concedi, em 2011, uma entrevista que se transformou em um texto intitulado: “Como os tablets podem contribuir com a educação”, escrito pelos autores Beatriz Mazur Barboza, Lucas Farah Palmiro e Felipe Santos. Abaixo, destaco parte do texto. Confira!

“(…) O uso de tecnologia na educação tem sido aprimorado ultimamente. O Projeto iPad na Sala de Aula (http://ipadnasaladeaula.com.br), criado pela empresa EADes envolvimento humano Ltda., é uma iniciativa que defende o uso de tecnologia relacionada a iPads para fins educativos. ‘Achamos o uso do iPad na aula fantástico, desde que haja um projeto de trabalho bem estruturado. Isto significa munir o profissional da educação com as ferramentas da tecnologia, aproveitando o seu conhecimento, e planejando atividades que contemplem um melhor aproveitamento das experiências que os alunos têm em suas vidas, com a internet, redes sociais e jogos, coisas pelas quais se interessam. Se o professor conseguir estabelecer uma verdadeira parceria com os alunos, o interesse deles pelas aulas tende a aumentar, pois se sentirão colaboradores e co-autores e não apenas pessoas que recebem material para decorar. É fundamental entender que o iPad é uma ferramenta de apoio ao professor e ao aluno’, avalia Adriana Beatriz Gandin, diretora pedagógica do projeto iPad na sala de aula. (…)”